OLHARES #025

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Constituição Europeia, SIM ou NÃO? Honestamente, para mim talvez seja NÃO SEI. Uns apoiam o SIM, outros o NÃO, mas ninguem explica ao certo porque apoia uma coisa ou outra. Os políticos falam de um debate público aprofundado até Outubro, mas pelo andar da carruagem e para que possamos votar em consciência, o melhor será mesmo adquirir o Tratado, ler e tirar as nossas próprias conclusões. Não há paciência! Nem para informar, quanto mais para governar!
v. LEAL BARROS


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WE NEEDED SOME COLOR



Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.
He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.
The stars are not wanted now; put out every one,
Pack up the moon and dismantle the sun,
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.
W. H. Auden
in "Collected Poems"
Vintage International


O POVO É BOM TIPO #015

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"SHEER SIMPLICITY" »»» v. LEAL BARROS

Kings of Convenience - Know How


ESQUISSOS #022

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deitei-me na cama vazia, abri o livro, e a cama vazia, fechei o livro. olhei a parede, lisa, imensa, e os lençóis de ontem ainda com o teu corpo gravado, enrugados e a lembrar-me a tua ausência. ausência amor. e o quarto amor? um gigante sem alma, um desajuste, a cama cada vez maior, vazia, sem ti, vazia. esta noite não me pertence amor, esta lua não é nossa, teima em ser só minha, não é nossa amor. e eu não quero, e eu não quero amor.
v. LEAL BARROS


PÉROLAS A PORCOS #010

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"Bords d'une Rivière" »»» Paul CÉZANNE
RAÍZES
O tempo, sempre o tempo e a sua capacidade de nos fazer reflectir obrigando-nos a repescar no nosso passado todas as pedras em que tropeçamos. Uma dessas pedras, por sinal fascinante, é a pedra da família.
Teria eu uns seis ou sete anos, quando a minha primeira professora, uma das Armindas que apareceram na minha vida e nela ocuparam um lugar de carinho e respeito, nos pediu que desenhássemos aspectos da paisagem que envolvia a pequena escola. Lembro-me de ter saído da sala, com uma tábua de desenho na mão e alguns lápis de tinta incolor que não cheguei a utilizar. Sentei-me num muro de pedra, forte, de juntas sólidas, sem qualquer fio de transparência, qualquer ténue racha que permitisse a passagem de um raio oblíquo e pousei a tábua de desenho nos joelhos admirando aquele imenso vale. Estendia-se como um manto verde que ao encostar o horizonte o vai trepando lentamente acabando por se diluir nas colinas pequenas e robustas. Os meus olhos, obcecados, engoliam essa imagem forte. As nuvens eram suaves e desenhavam sombras que viajavam num movimento tranquilo sobre aqueles seios macios, adoçados pelo vento e pela chuva durante milhares de anos. A paisagem era de tal modo forte e viva, que a multiplicidade de tons quase me levava à loucura. Eram verdes, azuis, laranjas, imigrantes do tempo que se foram fixando ao longo de anos infinitos, decomposições de um espectro natural que se multiplicava e enchia de formas todo aquele quadro. Hoje, quando penso naquela tela vampirizante, lembro-me de Cézanne, das cores distendidas sobre planos que ao envolverem a paisagem a transformam numa toalha de remendos de simplicidade e beleza difíceis de descrever.
Não consegui desenhar uma linha. Estava de tal maneira absorvido pela força daquela imagem que um simples registo pictórico inocente e desajeitado trairia toda a beleza que me limpava o peito. O cérebro imobilizava-me as mãos e simultaneamente soltava-se como um cavalo selvagem galopando pelos prados da imaginação. Viajava no tempo. Assistia a lutas de cruzados de lanças apontadas ao vento, entrava na construção daquelas casas de granito encerradas em si próprias que guardavam os segredos de outras gerações e me escondiam os vícios, as volúpias e a carne de outros mundos que eu não conheci. Ouvia o murmurar das velhas escondidas atrás de mantos pretos, tapadas, como se assim pudessem evitar os segredos de uma juventude malandra denunciada pela inocência dos seus sorrisos. Ouvia sobretudo o correr da vida naquela aldeia pacata e imaginava-me a percorrer esse cenário de mãos dadas com os meus antepassados, todas as pessoas que entraram na minha vida e que só conheci pelas vozes dos meus avós paternos.
v. LEAL BARROS


CONVIDADO ESPECIAL #008

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Marcou-me a pele o seu silêncio
Entrou em casa, pálido, gélido, reticente. Mal olhou-me nos olhos. Passou direto para o quarto, pegou uma mala – a maior – e despejou suas roupas apressadamente como o faz um fugitivo, um criminoso.
Esvaziou o armário e gavetas, foi à estante e escolheu alguns poucos livros e CDs.
Angustiada com sua movimentação, perguntei:
- Viagem a trabalho?
Não houve resposta.
Levantei-me e fui em sua direção. Olhando aquela bagunça e sem entender nada, disparei, trêmula, antevendo o que estava por acontecer:
- Amei as rosas, o cartão... lindos como a noite de ontem.
Novamente aquele silêncio devorador.
Mala pronta, ele respirou fundo e finalmente me encarou.Puxou-me pelos ombros, beijou-me lento e demorado. Depois, afastou-se, relutante, tendo os olhos úmidos.
Pegou a mala, passou os olhos pela sala, parou por alguns segundos diante dos porta-retratos, sorriu amargo e partiu.
Fiquei paralisada por um longo período, nem sei precisar quanto, olhando fixamente a porta.
Fui despertando aos poucos, sentindo uma ardência no corpo a corroer-me por inteiro.
Olhei para mim e feridas enormes povoavam-me.
Passados os dias, as feridas cicatrizaram. Cada cicatriz originou uma palavra.
"É, marcou-me a pele o seu silêncio."
Luciana Melo
via Glossolalias


ESQUISSOS #021

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assassinaram o campo de margaridas, assassinaram-no, amor. e tenho medo que hoje, ao passar por ele, a terra morta não me fale de ti.

v. LEAL BARROS


DESASSOSSEGADAMENTE #011

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Várias vezes, no decurso da minha vida opressa por circunstâncias, me tem sucedido, quando quero libertar-me de qualquer grupo delas, ver-me subitamente cercado por outras da mesma ordem, como se houvesse definidamente uma inimizade contra mim na teia incerta das coisas. Arranco do pescoço uma mão que me sufoca. Vejo que na mão, com que a essa arranquei, me veio preso um laço que me caíu do pescoço com o gesto de libertação. Afasto, com cuidado, o laço, e é com as próprias mãos que me quase estrangulo.
Bernardo Soares
in "Livro do Desassossego"
Obras de Fernando Pessoa
edição de Richard Zenith
Assírio & Alvim
4ª Edição - Maio 2003


PARABÉNS ANUXCA

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PARABÉNS ANUXCA!


NEVA EM MIM #009

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Esta dor que me embala... Brota do meu peito e espalha-se lentamente, como um veneno por todo o meu corpo... Não há fúria, apenas a tristeza melancólica... Uma dor que não nos faz partir tudo o que se encontra à nossa volta, mas que nos faz ficar no canto escuro...
Tal como se eu fosse a presa de uma aranha, que me vai enrolando na sua teia, fio, a fio... Não ofereço resistência.
Vejo tantas coisas belas, tanto para viver, tantos sonhos para concretizar, tanto mundo para correr...
Mas hoje, nada disso me faz vibrar...
Hoje estou mergulhada na penumbra da tristeza...
Não há revolta. Apenas o olhar preso no vazio, cheio de uma melancolia triste.
Temos a vida toda à nossa frente amor. Não podemos deixar que as covas nos sufoquem...

cláudia NEVES


CURTAS #012

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Sinto uma atracção propensa por pessoas simples. Têm um coração de tal modo livre e generoso que é praticamente impossível não compreender o que nos dizem. Feliz de mim que tenho conhecido algumas.
v. LEAL BARROS


OLHARES #024

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Encontra-se on-line o LEKTON, um novo blogue de leitura partilhada, fundamentalmente dedicado aos autores clássicos. O Lekton inicia actividade com "A República" de Platão.
Para mais informações clicar
AQUI.
v. LEAL BARROS




DESAFIA
Entra, senta-te, observa
Chora compulsivamente
Renuncia a dEUS e a todos os seus diabos
Cheira-lhes os medos
AGORA
Acaricia-me obsessivamente o perfil
Desenha-me os poros nos areais
Berra-me os sons altos das tuas tripas
Esmaga todas as renúncias
Grita por todas as dores
Perde-me nos mares
e afoga-te neles
Sou o teu mal e os seus remédios
Anda, mexe-te, depressa, foge, corre
Lume, atiça-lhe o fogo!
Queima-nos
Arde no inferno
Vem. Copular com
LEVIATHAN.
alves PEDRO


NEVA EM MIM #008

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É como se um vento metálico ferisse a minha alma, como se o meu corpo resvalasse por uma escarpa, como se as lindas rosas vermelhas aveludadas ficassem cinzentas, como se o meu bebé deixasse de respirar.
Estou numa bolsa cheia de água, ouço o mundo através da pele de uma barriga esticada.
Não me lembro. Porque escolhi este tempo, porque escolhi esta família para voltar cá. Não me lembro.
Hoje resvalo pela escarpa.
Há muito que o meu cordão umbilical foi cortado.
Agora estabeleço uma relação quase simbiótica, com a minha alma companheira, que me acompanha ao longo dos séculos.
E agora sei, voltei cá, com a certeza que os nossos caminhos se cruzariam de novo. Temos tanto para caminhar ainda. E não vamos ter mais nenhuma vida igual a esta. Vamos aproveitar amor. Temos este tempo para viver o amor. Para ultrapassarmos barreiras, que se calhar já vêm de muito longe.
Vamos acreditar em nós. E segurarmo-nos um ao outro, de cada vez que o vento metálico roçar a nossa alma, de cada vez que nos desequilibrarmos na escarpa, de cada vez que o nosso bebé começar a respirar com dificuldade.
Vamos agarrar este nosso tempo. Eu sabia que nos voltaríamos a cruzar. Vim para te encontrar. Este tempo é nosso. Vamos seguir em frente.
cláudia NEVES


A INFINITA PRATELEIRA DAS METÁFORAS #015

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Os amigos

Esses estranhos que nós amamos
e nos amam
olhamos para eles e são sempre
adolescentes, assustados e sós
sem nenhum sentido prático
sem grande noção da ameaça ou da renúncia
que sobre a luz incide
descuidados e intensos no seu exagero
de temporalidade pura
Um dia acordamos tristes da sua tristeza
pois o fortuito significado dos campos
explica por outras palavras
aquilo que tornava os olhos incomparáveis

Mas a impressão maior é a da alegria
de uma maneira que nem se consegue
e por isso ténue, misteriosa:
talvez seja assim todo o amor

José Tolentino Mendonça
in "De Igual Para Igual"
Assírio & Alvim

dedico este poema a todos os meus amigos, pessoas fantásticas, os melhores seres humanos que conheço. obrigado por existirem na minha vida e de a tornarem mais feliz a cada dia que passa. vocês sabem quem são.
v. LEAL BARROS


HAPPY BIRTHDAY TO MR. PRESIDENT

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Faz hoje um quarto de século que nasceu aquele que viria a ser o grande impulsionador do Povo. Foi uma grande honra para mim ser contactada, para em nome do Povo, lhe prestarmos a devida Homenagem.

Parabéns v.LEAL BARROS!!!

Marilyn Monroe


OLHARES #023

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Campanha publicitária da SNCF »»» Nan GOLDIN
"J'aurais voulu t'aborder,
te parler, te faire rire.
Tois qui es toujours lá.
A la même place,
dans le même train,
à la même heure.
Je préfère que tu restes tel que tu es.
L'Inconnu du 18h34."


E DEPOIS DO CAFÉ? #014

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CONSTRUIR - DESCONSTRUIR - HABITAR
"A Colecção Berardo tem vindo a ser apresentada no Centro Cultural de Belém em exposições cronológicas e temáticas, como foi o caso da exposição que, durante seis meses do ano de 2004, ocupou os espaços do piso 2 do Centro de Exposições, intitulada “Corpus”. Se essa exposição reunia obras que eram significativas das transformações da visão e pensamento sobre o corpo, a presente exposição da colecção Berardo resulta de uma selecção de obras que, de uma forma mais próxima ou metafórica se relacionam com o questionamento sobre o espaço. Assim, a exposição procurou, no seio da colecção, as obras que, quer através da representação, quer através da construção de espaços, reflectem uma particular relação com a arquitectura, a vivência do espaço e a paisagem. Neste sentido, a exposição constrói-se a partir das experiências dos artistas constructivistas e do dealbar da abstracção na segunda década do século XX, até ao minimalismo Americano das décadas de 1960 e 70. Simbólicamente, o percurso inicia com Malevitch e El Lissitzky e conclui com Fernando Calhau e Richard Serra."
texto retirado do site »»» http://www.ccb.pt/ccb/
A exposição decorre até ao final de 2005.
v. LEAL BARROS


CURTAS #011

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Há dias em que não temos nada para dizer. Existem para nos lembrar que a beleza vive no mundo e que basta escutá-la com atenção para que tudo tenha valido a pena.
v. LEAL BARROS


OLHARES #022

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Guido at the dock in Venice, 1998 »»» Nan GOLDIN


Björk - Unison

Corro o risco de me tornar repetitivo, mas hoje tive uma vontade enorme de ver esta fotografia e ouvir esta música. Acho que agora sim, posso dizer com certeza: "eu sou esta fotografia".

v. LEAL BARROS


DESASSOSSEGADAMENTE #010

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A Estalagem da Razão
A meio caminho entre a fé e a crítica está a estalagem da razão. A razão é a fé no que se pode compreender sem fé; mas é uma fé ainda, porque compreender envolve pressupor que há qualquer coisa compreensível.
Bernardo Soares
in "Livro do Desassossego"
Obras de Fernando Pessoa
edição de Richard Zenith
Assírio & Alvim
4ª Edição - Maio 2003


PARABÉNS!!!

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ESQUISSOS #020

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diz-me, não achas que o céu amanhece mais cinzento, que a pele já mal respira, que as cores dos rostos não brilham como dantes? diz-me amor, conta-me a razão do desfocar dos olhos, explica-me porque não sorriem os lábios, fala-me do que leva as folhas a caírem mais cedo, diz-me amor, não te ouço, fala-me de perto. foi o que disseste, falta bondade no mundo, foi isso amor?
v. LEAL BARROS


O POVO É BOM TIPO #014

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"NO ALARMS AND NO SURPRISES" »»» v. LEAL BARROS

Radiohead - No Surprises


CONVIDADO ESPECIAL #007

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Se conseguisse escrever poesia, poria nos seus versos as sensações que me atravessam o espírito, as flagelações que me cortam a alma, as ilusões que ainda me dão esperança. Mas em vez dos versos, uso palavras. Soltas, agrupadas, frase após frase, ideia após ideia. São elas que carregam o peso dos meus sonhos. Os vividos, os desfeitos, os sonhados. E até os que ficam por sonhar. Se não fossem as palavras, que descarrego com o peso de um desabafo, não seria quem sou. Talvez fosse melhor. Talvez fosse pior. Seria, seguramente, outra.
Lídia Bulcão
via Gado Bravo


CRÓNACA DI VENEZIA #005

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Pedras…


Neste claustro, onde se sentam as pedras de um tempo perdido…
…Fumo um cigarro…
O ar respira a nostalgia dos canais quando o ócio alheio me roça o corpo…
O crepúsculo é abafado pelo deambular da maresia que se esquiva de gentes…
E o meu olhar perde-se na racionalidade de um sino que se espalha neste ar corroído…
A mente parece ganhar uma autonomia incoerente…
…Fumo outro cigarro…
Não lhe permito indagar onde estão as raízes de meus passos…não me permito…
…silêncios…
Chegam-me as essências do Mundo que buscam a ceifeira de Pessoa…
Então, olho-me no sorriso da brisa que me beija a fronte…
…E encontro-me…
Onde as pedras se sentam e me contam a história dos Homens…

anuXca



Um pouco mais de sol - eu era brasa
Um pouco mais de azul-eu era além
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão... tudo esvaído
Num baixo mar, enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma
O grande sonho - ó dor quase vivido...

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo...e tudo errou...
- Ai a dor de ser - quase, dor sem fim...
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos de alma que desbaratei...
Templos aonde nunca puz um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
Mãos de herois sem fé acobardadas
Puseram grades sobre os precipícios...

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo incetei e nada possuí...
Hoje de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

...............................................................
...............................................................

Um pouco mais de sol - e fora brasa,
Um pouco mais de azul - e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Mário de Sá Carneiro

13 de Maio de 1913


OLHARES #021

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De chorar a rir este Rata Zinger!!!


OLHARES #020

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"HEADS" »»» Philip-Lorca DICORCIA
Sempre me fascinou o modo como transportamos a vida estampada no rosto quando caminhamos sozinhos pelas ruas da cidade.
Informação sobre o artista aqui
v. LEAL BARROS


A DITA CUJA!

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Satisfazendo a tua curiosidade Rosa, cá vai a resposta à dita brincadeira

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Talvez “As Ondas” da Virgínia Woolf, não me perdoaria se esse livro fosse queimado.
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por uma personagem de ficção?
Já. Pelo Palhaço de “Um sorriso aos pés da escada” do Henry Miller e por três personagens femininos todos pela mesma razão e que não vou especificar qual, a Jinny (As Ondas – V. Woolf), a Justine (Quartetos de Alexandria – Lawrence Durrell) e a Odette (Em busca do tempo perdido – Proust).
Qual foi o último livro que compraste?
Foram dois: “Austerlitz – W.G. Sebald” e “Alison & Peter Smithson – Works and projects” uma monografia dos mesmos.
Qual o último livro que leste?
“Uma casa no fim do mundo” do Michael Cunningham
Que livros estás a ler?
Ultimamente tenho feito algumas releituras que me têm dado muito prazer, uma delas “A Paixão segundo G.H.” da Clarice Lispector e ando a ler “Austerlitz” do Sebald.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Levaria os 5 livros que mais prazer me proporcionaram até hoje: “As ondas” – V. Woolf; “Os Passos em volta” – H. Hélder; “Memórias de Adriano” da M. Yourcenar; “As cidades invisíveis” do Ítalo Calvino e o “Elogio da velhice” do H. Hesse… já a fazer batota levava também a “Rosa do Mundo”
A quem vais passar este testemunho (3 pessoas) e porquê?
Vou mandá-lo ao NR do is it , à Luciana do glossolalias e ao Fernando Vilarinho do Rotação Difusa, por curiosidade e porque sei que ainda não responderam.
v. LEAL BARROS


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