A INFINITA PRATELEIRA DAS METÁFORAS #008


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Nós, que medimos a morte,
não entramos no roldão desassossegando
o mundo. Alimentamo-nos de seres
menores
néons macios controlados
por ogres, bolas de sabão
que em silêncio estoiram.
E às jazidas do sémen, o tenro veio da
madre
século após século retornamos.
Luiza Neto Jorge

in "poesia 1960-1989"
Assírio & Alvim
Lisboa, 1993


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